Sendo eu natural de Machico, Madeira e tendo cumprido serviço militar na Guiné, nos longínquos anos de 1970-72, integrado na companhia de madeirenses, CART 2732, não posso deixar de louvar esta iniciativa da Liga dos Combatentes da Madeira, com o apoio do governo regional.
Fui surpreendido por esta agradável notícia, que sendo já muito tardia a prestação desta homenagem, não deixa, no entanto, de merecer o meu apreço.
A minha vénia aos meus camaradas de guerra que pereceram em terras de África, outrora, parcelas de Portugal...
http://ultramar.terraweb.biz/Memoriais_concelhos_Machico_Machico.htm
Inácio Silva
BLOGUE DESTINADO AOS COMBATENTES DA CART 2732, PARA QUE POSSAM RELATAR AQUI AS SUAS EXPERIÊNCIAS E DIVULGAREM AS SUAS FOTOS.
CAMARADAS, FAÇAM DESTA PÁGINA O NOSSO PONTO DE ENCONTRO
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
P45 - O nosso camarada Álvaro Dias esteve no Funchal a homenagear os mortos da CART 2732
Mensagem do nosso camarada Álvaro Dias, que foi Soldado de Transmissões de Inf.ª na nossa CART, com data de 26 de Junho de 2013:
Assunto: 43 anos da nossa partida para a Guiné
Caros companheiros
Aqui vão algumas fotografias da cerimónia aos combatentes do ultramar e da Grande Guerra. Gostava que estivessem mais companheiros nesta cerimónia mas tal não foi possível, foi muito em cima da hora, paciência.
Estive eu com a minha esposa a colocar um ramo de flores em memória dos mortos em combate da CART 2732, não sei se estão lembrados mas eu já era casado e tinha um filho, por isso a minha esposa tem um sentimento muito grande por aqueles que lá morreram, alguns sem conhecerem os filhos que entretanto nasceram, como é o caso do meu grande amigo Alf. Couto.
A cerimónia foi realizada no dia 13/04/2013 no parque da Nazaré em São Martinho, Funchal, junto do monumento aos Mortos do Ultramar.
O nosso ramo de flores é redondo tendo ao meio uma fotografia da lápide que eu pintei em Mansabá, junto ao abrigo de Bissorã, com os nomes dos mortos em combate da CART 2732. Já agora, também foi eu que pintei a placa toponímica de Mansabá.
Junto a fotografia da lápide, em separado, e o poema que então fiz aquando da morte do meu amigo Alf. Couto, e que não se consegue ler na fotografia, inserida no ramo. O poema que então escrevi e do qual transcrevo também o original, foi depois acrescentado em consequência de mais três mortos. Assim este poema é dedicado em especial ao grande amigo Alferes Couto e a todos os que posteriormente tombaram.
Assunto: 43 anos da nossa partida para a Guiné
Caros companheiros
Aqui vão algumas fotografias da cerimónia aos combatentes do ultramar e da Grande Guerra. Gostava que estivessem mais companheiros nesta cerimónia mas tal não foi possível, foi muito em cima da hora, paciência.
Estive eu com a minha esposa a colocar um ramo de flores em memória dos mortos em combate da CART 2732, não sei se estão lembrados mas eu já era casado e tinha um filho, por isso a minha esposa tem um sentimento muito grande por aqueles que lá morreram, alguns sem conhecerem os filhos que entretanto nasceram, como é o caso do meu grande amigo Alf. Couto.
A cerimónia foi realizada no dia 13/04/2013 no parque da Nazaré em São Martinho, Funchal, junto do monumento aos Mortos do Ultramar.
O nosso ramo de flores é redondo tendo ao meio uma fotografia da lápide que eu pintei em Mansabá, junto ao abrigo de Bissorã, com os nomes dos mortos em combate da CART 2732. Já agora, também foi eu que pintei a placa toponímica de Mansabá.
Junto a fotografia da lápide, em separado, e o poema que então fiz aquando da morte do meu amigo Alf. Couto, e que não se consegue ler na fotografia, inserida no ramo. O poema que então escrevi e do qual transcrevo também o original, foi depois acrescentado em consequência de mais três mortos. Assim este poema é dedicado em especial ao grande amigo Alferes Couto e a todos os que posteriormente tombaram.
Original
A verdade que encerra
A partida deste bravo
Tão cedo desta terra
De nada foi culpado
Adaptado
A verdade que encerra
A partida destes bravos
Tão cedo desta terra
De nada foram culpados
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